Comunicação Proativa do Mutuário Antes de Pagamentos Perdidos Desbloqueia Melhores Opções de Acordo de Empréstimo, Diz Especialista

Comunicação Proativa do Mutuário Antes de Pagamentos Perdidos Desbloqueia Melhores Opções de Acordo de Empréstimo, Diz Especialista

Com o aumento das taxas de juros e a queda dos valores dos imóveis levando mais proprietários à inadimplência, um importante especialista em dívidas em dificuldades está enfatizando que o momento da comunicação com um credor pode determinar a gama de opções disponíveis para os mutuários. Jack Miller, da Gelt Financial LLC, argumenta que a visão convencional da execução hipotecária como um processo adversarial leva os mutuários a interpretar mal sua situação, muitas vezes levando-os a adiar o contato até que seja tarde demais.

Segundo Miller, mutuários que contatam credores cinco a dez dias antes de um pagamento perdido — com uma explicação clara e uma proposta concreta — são tratados como parceiros, enquanto aqueles que esperam o credor iniciar o contato são tratados como problemas. "Você tem muito mais credibilidade se ligar hoje do que esperar 30 dias para o credor te perseguir", diz ele.

Em situações de inadimplência, os credores mantêm discrição significativa sobre se devem oferecer tolerância, modificar os termos do empréstimo, diferir pagamentos perdidos para o final do empréstimo ou aceitar acordos de pagamento parcial. Essa discrição é moldada pela avaliação do credor sobre a confiabilidade e intenção do mutuário. Um mutuário que liga com antecedência e reconhece sua obrigação enquanto apresenta um plano demonstra qualidades que fazem um credor se dispor a trabalhar favoravelmente. "O credor sabe que você se importa, você os respeita", diz Miller. "É uma credibilidade tremenda."

Em contraste, um mutuário que espera até que o credor tenha enviado avisos, feito cobranças ou iniciado procedimentos legais perdeu essa credibilidade. Mesmo que a situação financeira do mutuário seja idêntica à de um chamador proativo, a percepção do credor difere nitidamente, e essa percepção molda o que é oferecido.

A comunicação precoce desbloqueia acordos específicos que de outra forma não estão disponíveis. Miller descreve várias opções concretas: um mutuário com três meses de atraso pode pedir ao credor para adicionar os pagamentos perdidos ao final do empréstimo e retomar os pagamentos normais; um mutuário que só pode fazer pagamentos parciais pode propor pagar a parcela regular mais um valor adicional a cada mês até que os atrasos sejam quitados. "A maioria dos credores tentará trabalhar com as pessoas", diz Miller, quando os mutuários "abordam o credor sem enrolação, sem desculpas" e apresentam um plano realista.

Uma vez iniciados os procedimentos legais, o ônus financeiro escala rapidamente. Miller observa que um mutuário originalmente com US$ 6.000 em atraso pode precisar juntar US$ 15.000 ou mais depois que os honorários advocatícios são adicionados. "Fica muito mais complicado e caro quanto mais você espera", diz ele.

Miller enquadra a tendência de evitar contato com o credor como uma resposta humana previsível ao estresse financeiro. Os mutuários muitas vezes sentem vergonha, ansiedade e incerteza, convencendo a si mesmos de que a situação se resolverá sozinha. Esse otimismo geralmente é infundado. "Não é realista", diz ele. O custo da evitação se acumula rapidamente: cada semana de silêncio endurece a postura do credor, avança os prazos legais e reduz as opções.

A Gelt Financial, que trabalha com mutuários em inadimplência, consistentemente descobre que o engajamento precoce produz melhores resultados do que a intervenção tardia. Miller recomenda contatar os credores cinco a dez dias antes de um pagamento perdido — por telefone, e-mail ou ambos — com uma explicação breve e honesta e um cronograma proposto para a resolução. "Aconteceu alguma coisa, fiquei doente, estava no hospital, sei que vence em 1º de julho, não vou conseguir pagar por 30 dias", diz ele, descrevendo o tipo de comunicação direta que preserva as opções.

À medida que o volume de mutuários inadimplentes cresce, a distinção entre aqueles que se comunicam cedo e aqueles que evitam contato provavelmente se ampliará ainda mais. Mutuários que agem proativamente mantêm acesso a tolerância, modificações de pagamento e opções de reestruturação que se tornam indisponíveis uma vez iniciados os procedimentos legais. Para mais informações sobre como a Gelt Financial trabalha com mutuários inadimplentes, visite geltfinancial.com/lending.

Aviso Legal: Este artigo é baseado em informações fornecidas pela fonte especialista citada acima. Destina-se apenas a fins informativos gerais e não constitui aconselhamento jurídico, financeiro ou imobiliário.

Redação da Burstable

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