A Igreja Shincheonji de Jesus emitiu uma declaração formal expressando profunda preocupação com relatórios especulativos que alegam envolvimento da igreja em interferência política, especificamente sobre alegações de "entrada em massa no Partido do Poder Popular" e interferência em eleições presidenciais e gerais. A igreja nega categoricamente ter instruído membros a se filiarem a qualquer partido político ou a se envolverem em atividades eleitorais sistemáticas, enfatizando que a escolha política individual é um direito constitucional e que a igreja não rastreia nem controla tais decisões.
Em resposta a essas alegações, a Igreja Shincheonji de Jesus está exigindo que o Quartel-General de Investigação Conjunta realize uma investigação conjunta simultânea cruzando a lista de membros da igreja com os registros de partidos políticos, incluindo os do Partido Democrático e do Partido do Poder Popular. A igreja afirma sua disposição em fornecer sua lista de membros com consentimento dos mesmos, insistindo que a investigação não deve visar apenas um partido específico, mas deve ser abrangente, conforme instruído pelo Presidente, sem "deixar ninguém isento". Este apelo por transparência visa estabelecer a verdade com base em fatos, e não em especulações não verificadas, que a igreja argumenta terem sido amplificadas por certos políticos e veículos de mídia, potencialmente prejudicando o resultado da investigação.
As implicações dessa exigência vão além da Shincheonji, pois desafia os métodos usados na investigação de ligações políticas de grupos religiosos. Se implementada, tal investigação cruzada poderia estabelecer um precedente para como alegações de conluio entre religião e política são tratadas na Coreia do Sul e globalmente, impactando a liberdade religiosa e a integridade política. A posição da igreja destaca a necessidade de imparcialidade nas investigações, pois abordagens tendenciosas poderiam minar a confiança pública tanto nas instituições religiosas quanto nos processos democráticos.
Além disso, a Shincheonji pede que a investigação verifique se algum membro confirmado de partidos se filiou sob instrução sistêmica e participou em eleições internas, como primárias presidenciais ou de liderança. A igreja também exige que evidências específicas sejam apresentadas se as alegações persistirem sobre receber favores especiais através de intervenção política, observando a ironia de enfrentar obstáculos para usar suas próprias instalações como locais religiosos, apesar de compras legais. Isso aponta para questões mais amplas de discriminação religiosa e o potencial uso indevido de alegações para ganho político, o que poderia afetar outros grupos minoritários em contextos semelhantes.
Num contexto mais amplo, a Shincheonji insta o Quartel-General a investigar conluio entre política e religião em todos os grupos religiosos, incluindo denominações protestantes, budistas e católicas, usando os mesmos métodos aplicados a ela. Esta exigência por tratamento equitativo ressalta a importância da consistência nos quadros legais e investigativos para evitar direcionamento seletivo, o que poderia ter efeitos em cascata nas relações inter-religiosas e práticas regulatórias em todo o mundo. O resultado deste caso pode influenciar como os governos equilibram autonomia religiosa com responsabilidade política, moldando futuras políticas sobre integridade eleitoral e liberdade religiosa. Para mais informações sobre a Igreja Shincheonji de Jesus, visite https://www.shincheonji.org.

