Estudo universitário apoia potencial de pórfiro cobre-molibdênio no projeto Andong Bor da Angkor Resources, no Camboja

By Redação da Burstable•
Estudo universitário apoia potencial de pórfiro cobre-molibdênio no projeto Andong Bor da Angkor Resources, no Camboja

A Angkor Resources Corp. (TSXV: ANK; OTCQB: ANKOF) anunciou os resultados de um estudo científico de testemunhos de sondagem do alvo Thmei North (TN) em sua licença de exploração mineral Andong Bor, no noroeste do Camboja. O estudo, conduzido pelo Laboratório de Geologia Econômica da Universidade de Kyushu, em Fukuoka, Japão, em colaboração com o Instituto de Tecnologia do Camboja (ITC), em Phnom Penh, constatou que a alteração e a mineralização no TN exibem as características de um sistema de pórfiro cobre-molibdênio — o tipo de depósito que fornece a maior parte do cobre mundial — indicando potencial para tal depósito. Os resultados estão alinhados com o modelo modificado de pórfiro de cobre que a empresa utiliza para orientar seu programa de perfuração no TN, conforme detalhado em seu comunicado de imprensa ANGKOR RESOURCES DRILLS INITIAL PROGRAM AT ANDONG BOR COPPER-GOLD TARGET, CAMBODIA - Angkor Resources Corp.

O estudo, que examinou testemunhos dos furos de sondagem do TN, identificou três zonas de alteração sobrepostas típicas de sistemas de pórfiro: uma zona potássica mais profunda, formada pelos fluidos mais antigos e quentes, onde a maior parte do cobre foi depositada; uma zona clorita-sericita sobrejacente que posteriormente alterou parte da zona potássica; e uma zona fílica superior formada por fluidos posteriores, mais ácidos, que parece carecer de mineralização. Os minerais de cobre, principalmente calcopirita, ocorrem em veios tanto nas rochas hospedeiras de diorito quanto de hornfels, e como grãos disseminados no diorito. A molibdenita, o principal mineral de minério de molibdênio, foi encontrada apenas em veios do tipo B dentro da zona potássica. Medições de inclusões fluidas revelaram que os principais veios portadores de cobre se formaram a temperaturas entre 300°C e 415°C, e evidências de ebulição sugerem um processo comumente associado à deposição de metais em sistemas de pórfiro. Esses resultados fornecem à equipe de exploração um guia mais claro para posicionar os 1.700 metros restantes do programa de perfuração de 2.800 metros no TN, planejado para o início de 2027.

Dennis Ouellette, VP de Exploração, comentou: “Este estudo corrobora o que temos observado nos testemunhos. O cobre está na alteração potássica e clorita-sericita, enquanto a zona fílica próxima ao topo parece não contê-lo. Isso nos diz onde mirar a próxima fase de perfuração em Thmei North.” A conclusão do estudo de que o cobre está concentrado em rocha alterada potassicamente é consistente com os resultados de ensaio previamente reportados pela empresa a partir de testemunhos de sondagem do TN, incluindo um intervalo de 108 metros com 0,53% de equivalente de cobre e um intervalo de 46 metros com 0,51% de equivalente de cobre, ambos em rocha alterada potassicamente, conforme observado no comunicado da empresa ANGKOR CONFIRMS 108 METRES OF 0.53% COPPER EQUIVALENT AT ANDONG BOR, CAMBODIA, December 13, 2022.

O estudo também forneceu tabelas e figuras detalhadas, incluindo Tabela 1: Zonas de alteração em Thmei North e sua relação com o cobre., Tabela 2: Sequência de veios em Thmei North, do mais antigo ao mais recente., e Tabela 3: Temperatura e teor de sal dos fluidos formadores de veios, medidos a partir de inclusões fluidas em quartzo. Para comparação, a água do mar tem cerca de 3,5% de sal.. Amostras de testemunho foram preparadas para envio ao laboratório ALS para ensaio, como mostrado na Figura 2 Amostras de testemunho preparadas para envio ao laboratório ALS para ensaio.. O estudo foi liderado por Sokvireak Say, da Universidade de Kyushu e do ITC, com contribuições de Kotaro Yonezu, Akira Imai e Akane Ito, da Universidade de Kyushu, John C. Menzies, da Cmi Capital Limited, e Reach Sam, da Angkor Resources. A parceria apoia a capacidade nacional do Camboja em geociências.

Para leitores e investidores, o estudo ressalta o potencial do projeto Andong Bor de hospedar um depósito significativo de cobre-molibdênio, o que poderia fortalecer o setor mineral do Camboja e atrair mais investimentos em exploração. No entanto, a empresa adverte que o estudo é acadêmico e não um relatório técnico conforme a NI 43-101, e nenhum recurso mineral foi estabelecido. A próxima fase de perfuração testará as zonas potássica e clorita-sericita em profundidade. A Angkor Resources, listada na TSX Venture Exchange, detém duas licenças de exploração mineral no Camboja e uma licença de petróleo e gás onshore, posicionando-se como uma player-chave no desenvolvimento de recursos do país. Mais informações estão disponíveis em angkorresources.com.

Redação da Burstable

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@estouro

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