Cientistas da Northwestern Medicine descobriram um marcador biológico que prevê quais pacientes com câncer são mais resistentes à imunoterapia. O marcador, denominado USP22, também aponta para um potencial alvo terapêutico para não respondedores. Os resultados publicados no The Journal of Clinical Investigation têm o potencial de transformar o cuidado de pacientes cujas opções atuais permanecem limitadas.
A descoberta ocorre em um momento em que empresas como a Calidi Biotherapeutics Inc. (NYSE American: CLDI) estão progredindo em seus esforços de pesquisa e desenvolvimento. A identificação da USP22 representa um avanço significativo na compreensão de por que alguns pacientes não respondem aos tratamentos de imunoterapia que revolucionaram o cuidado do câncer nos últimos anos. A imunoterapia tem mostrado sucesso notável para muitos pacientes, mas uma parcela substancial de pacientes com câncer não responde a esses tratamentos, deixando-os com opções terapêuticas limitadas.
Os resultados da pesquisa sugerem que a USP22 poderia servir tanto como biomarcador preditivo quanto como alvo terapêutico. Esta função dupla torna a descoberta particularmente valiosa para aplicações clínicas. Como biomarcador, a USP22 poderia ajudar os oncologistas a identificar pacientes com menor probabilidade de se beneficiar da imunoterapia antes do início do tratamento, potencialmente poupando os pacientes de tratamentos desnecessários e efeitos colaterais, enquanto permite uma consideração mais precoce de abordagens alternativas.
O impacto potencial vai além do cuidado do paciente, estendendo-se às indústrias mais amplas de pesquisa do câncer e farmacêutica. Empresas que desenvolvem imunoterapias poderiam usar este biomarcador para selecionar melhor os pacientes para ensaios clínicos, potencialmente melhorando os resultados dos testes e acelerando o desenvolvimento de medicamentos. A descoberta também abre novos caminhos para o desenvolvimento de medicamentos que visam diretamente a USP22, potencialmente criando terapias combinadas que poderiam superar a resistência em pacientes não respondedores.
Para pacientes que atualmente enfrentam opções limitadas quando a imunoterapia falha, esta pesquisa oferece esperança para abordagens de tratamento mais personalizadas. A capacidade de prever a resistência poderia levar a estratégias de tratamento mais direcionadas e potencialmente a melhores resultados. Os achados também contribuem para o crescente corpo de conhecimento sobre a biologia do câncer e os mecanismos de resistência ao tratamento, o que poderia informar pesquisas futuras em múltiplos tipos de câncer.
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À medida que a imunoterapia continua a transformar o tratamento do câncer, descobertas como a do biomarcador USP22 representam passos críticos para tornar esses tratamentos eficazes para mais pacientes. A pesquisa aborda um desafio fundamental na oncologia e poderia levar a um cuidado do câncer mais preciso, eficaz e personalizado no futuro.

