A Angkor Resources Corp. avançou na análise de testemunhos de perfuração da licença Andong Bor, em Oddar Meanchey, Camboja, revelando informações geológicas cruciais que moldarão as futuras estratégias de exploração. A equipe de exploração da empresa, liderada pelo Vice-Presidente de Exploração Dennis Ouellette, concluiu uma revisão detalhada tanto das perfurações históricas quanto dos furos mais recentes de 2025, ABDDH25-009 e ABDDH25-010.
O programa de perfuração de 2025 rendeu observações significativas, particularmente no furo 009, que atingiu profundidade substancialmente maior que os esforços anteriores. Entre 245 metros e 316 metros de profundidade, o testemunho de perfuração exibiu mineralização com abundante pirita e calcopirita, indicando potencial promissor de cobre. Isso representa um avanço importante além da análise anterior da empresa, realizada no final de 2022, que se baseou apenas em testemunhos perfurados por uma empresa diferente, conforme detalhado em seu comunicado anterior disponível em https://angkorresources.com/news/angkor-confirms-108-metres-of-0-53-copper-equivalent-at-andong-bor-cambodia.
A análise atual revelou relações estruturais cruciais anteriormente não identificadas em campanhas de perfuração anteriores. Os contatos entre rocha intrusiva e rocha sedimentar hospedeira não foram adequadamente revelados nas perfurações anteriores (ADBDH16-005, -006, -007, -008) porque todos os contatos estavam falhados ou havia baixa recuperação de testemunho nesses locais. Esse novo entendimento representa uma mudança fundamental na interpretação geológica da propriedade Andong Bor.
Ouellette resumiu as principais descobertas, observando que a melhor mineralização de cobre nos testemunhos de perfuração diamantada de Andong Bor está hospedada nas rochas sedimentares, e não nas formações intrusivas. Embora as rochas intrusivas de pórfiro de feldspato diorítico possam hospedar mineralização de cobre de baixo teor no estilo pórfiro, os valores de ensaio aumentam dramaticamente na proximidade de rocha encaixante altamente reativa, onde a rocha intrusiva é circundada por rocha sedimentar.
A equipe geológica fez observações adicionais significativas sobre as características estruturais da mineralização. Os contatos onde a rocha sedimentar e a rocha intrusiva se encontram são muito íngremes, variando de 70 a 80 graus. A mineralização dentro dos sedimentos ocorre tanto como partículas disseminadas quanto ao longo de fraturas paralelas a esses contatos, sugerindo preparação significativa do terreno antes dos eventos de mineralização. A rocha encaixante sedimentar estava intensamente fraturada, permitindo que eventos de intrusão e mineralização seguissem padrões de fratura pré-existentes.
Essas informações geológicas têm implicações práticas imediatas para a estratégia de exploração da empresa. Compreender os padrões de fratura e as relações estruturais permite um design de programa de perfuração mais eficaz, o que a empresa espera resultará em interceptações mineralizadas tanto mais rasas quanto aumentadas em futuras campanhas de perfuração. Isso representa uma melhoria substancial na eficiência de exploração e na identificação de alvos.
Os testemunhos de perfuração atuais de ambos os furos de 2025 estão sendo registrados em detalhes e cortados para fins de amostragem, com os ensaios a serem encaminhados para a ALS quando todo o corte de testemunho for concluído. Os planos para a continuação da perfuração estendem-se até 2026, baseando-se no entendimento geológico aprimorado obtido a partir desta análise. A abordagem da empresa demonstra como uma análise geológica detalhada pode transformar a eficácia da exploração e a identificação de recursos em sistemas minerais complexos.

